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Meditações Diárias

O Rei Rejeitado — O Senhor Jesus contou a parábola de um homem que saiu para conquistar um reino para si, mas recebeu a notícia de seus próprios concidadãos: “não queremos que este reine sobre nós” (Lc 19:14). Abertamente ou não, esta é a mensagem que o mundo...
Vida de fugitivo — Ninguém quer ser chamado de fugitivo. Certamente, esta não é a melhor forma de ser conhecido. Na Bíblia, porém, há dois tipos de fugitivos: aquele que foge porque deve e aquele que foge porque não quer dever. a) Jacó teve parte de sua vida...
Famílias Exemplares - dos Pais de Moisés — Em circunstâncias completamente adversas, os pais de Moisés “não temendo o mandamento do rei”, esconderam o menino por três meses em seu lar. Eles fizeram isso pela fé (Hb 11:23). Aqueles três meses e depois o tempo que o menino passou em sua...
Cristo e Sua carne (II) — Era grande o privilégio do sumo sacerdote. Ele podia entrar no lugar santíssimo, onde nenhum outro podia entrar. Esse privilégio, porém, não era completo. Haviam duas restrições que tornavam esta alegria limitada: a) Era privilégio de um. b) Era...
Para Que Não Pequeis — Quando João escreveu a sua primeira carta, sabia da natureza de pecado que habita nos irmãos e da prática que ainda é realidade em suas vidas (I Jo 1:8, 10). Embora sendo habitação do Espírito, temos uma natureza pecaminosa. Embora com novo andar,...
Pela fé - introdução Imprimir E-mail
Autoria / Fonte: Adriano Anthero   
Qui, 26 de Janeiro de 2012 12:04

O capítulo 11 da carta aos Hebreus, além de ser o mais extenso da epístola, é também o que reúne mais exemplos de homens e mulheres que confiaram nAquele que é o Autor e Consumador da fé (Hb 12:2). A expressão “pela fé” ocorre 20 vezes neste capítulo. É ela quem demonstra como os antigos viveram.

Os dois primeiros versículos formam a introdução. O versículo 1 não é uma definição do significado da palavra “fé”; é uma definição do que a fé faz conosco. Os “antigos”, no versículo 2, são os homens e mulheres do tempo do Velho Testamento que viveram por fé. Estes dois versículos falam de pelo menos três assuntos:

Certeza – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam”. Se esperamos alguma coisa é por que ainda não a temos em mãos. Mas a fé nos dá tanta certeza que teremos, que vivemos como se já a tivéssemos.

Convicção – “e a prova das coisas que se não vêem”. O mundo, na sua incredulidade, diz: “Ver para crer”. A fé, por outro lado, diz: “Se creres, verás” (Jo 11:40).

Conquista – “Porque por ela os antigos alcançaram testemunho”. A palavra “alcançaram” transmite a ideia de algo que foi buscado e conquistado. Os antigos buscavam a aprovação de Deus, e a conquistaram pela fé.

Como é diferente o povo de Deus: tem o que ainda espera, fecha os olhos para enxergar, conquista sem lutar. Não precisamos ver, ter e sentir para crer. Cremos. Isto basta!

 
Reunidos para piorar! Imprimir E-mail
Autoria / Fonte: Adriano Anthero   
Ter, 24 de Janeiro de 2012 11:58

Em I Co cap. 11 há duas expressões que dividem o capítulo. No v. 2 os Coríntios foram louvados. No v. 17, porém, foram repreendidos. Por que houve esta mudança? Porque “vos ajuntais, não para melhor, senão para pior”, disse Paulo. As reuniões da igreja em Corinto não estavam sendo caracterizadas por edificação e bênção; estavam sendo caracterizadas por desavenças e decepções.

Como é triste ver este mesmo problema acontecer nas igrejas hoje. As dissensões entre irmãos (v. 18) fazem com que as reuniões se tornem ambientes de ataque e combate, não de amor e comunhão. Talvez o irmão que ensina prepare sua mensagem para atacar outro que não concorda com ele. Quem sabe uma irmã se vista de modo a causar inveja em outra com menos recursos. É possível que alguém ignore e não cumprimente outro que lhe tenha ofendido. Estes e outros problemas desgastam a igreja, de modo que os irmãos saem da reunião numa condição pior do que entraram.

Cada um deveria perguntar a si mesmo: “Minha presença e participação nas reuniões tem contribuído para melhorar ou piorar a situações espiritual de meus irmãos?”

Já bastam as tribulações e perseguições que sofremos do mundo. Nas reuniões, precisamos ser edificados, revigorados e animados!

 
Nossa luta - espada do Espírito Imprimir E-mail
Autoria / Fonte: Adriano Anthero   
Ter, 03 de Janeiro de 2012 19:21

A sexta peça na armadura é a “espada do Espírito” (Ef 6:17). Esta é a única peça que parece ser para ataque. No entanto, a palavra traduzida aqui por “espada” (machaira) quer dizer “espada pequena, punhal” (W. E. Vine). A idéia, portanto, não é a de atacar o inimigo, mas se defender dos ataques dele.

Esta espada é “a Palavra de Deus” citada, não de forma aleatória, mas conforme a necessidade do momento. Temos um exemplo disso na ocasião quando o Senhor Jesus foi provado pelo diabo. Ele a usou para defender-Se das sugestões do inimigo (Mt 4:1-11).

Isso nos ensina que um cristão que conhece a Palavra de Deus, quando tentado, não cita versículos fora de contexto e sem sentido à ocasião. Muito pelo contrário, ele a maneja bem, encaixando os assuntos em suas devidas referências, deixando o inimigo envergonhado e derrotado.

“Eu vos escrevi, jovens, porque ... a Palavra de Deus está em vós, e já venceste o maligno” (I Jo 2:14).

 
Nossa luta - capacete da salvação Imprimir E-mail
Autoria / Fonte: Adriano Anthero   
Seg, 14 de Novembro de 2011 10:25

A quinta peça na armadura é o “capacete da salvação” (Ef 6:17). O capacete protege a cabeça, e neste versículo, o sentido parece ser proteção da mente. Sendo que esta parte está ligada à “salvação”, então parece correto afirmar que o capacete, aqui, protege nossa mente de dúvidas relacionadas à salvação. Lembrando que em todo este trecho o inimigo que nos ataca é chamado de “diabo” (acusador), não é difícil perceber uma cena, aqui:

Um cristão, por descuido ou fraqueza, comete um pecado. Logo em sua mente surge a dúvida cruel: “Será que ainda permaneço salvo?” O diabo, se aproveitando da situação, tenta acusá-lo, lançando suas setas malignas para desestimulá-lo ainda mais.

No entanto, tomando o capacete da salvação, este cristão se lembra: “Pela graça sou salvo! Eu estava morto em muitas ofensas, mas Deus me deu vida sem que eu merecesse (Ef 2:5). Sim, pela graça sou salvo! Não veio de mim, é dom de Deus. Não foi por obras, foi pela fé (Ef 2:8, 9). Como posso duvidar disso? Deus me salvou pela graça revelada no Seu Filho, e me mantém salvo pela mesma graça!”

“Onde o pecado abundou, superabundou a graça” (Rm 5:20); “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1)!

 
Nossa luta - escudo da fé Imprimir E-mail
Autoria / Fonte: Adriano Anthero   
Sex, 11 de Novembro de 2011 08:16

A quarta peça na armadura do cristão é o “escudo da fé” (Ef 6:16). Somente em relação a essa peça a Bíblia usa a expressão “sobretudo” (por cima de). Isto indica que para chegar às outras peças, os ataques do inimigo teriam que conseguir passar pelo grande escudo, que as protegia. Este escudo transmite a idéia predominante em toda armadura – defesa. Ou seja, esta armadura não está disponível para que ataquemos nossos inimigos; é para que nos defendamos deles.

Neste versículo, o inimigo e suas armas são identificados. O inimigo é o “maligno” (o “diabo” no v. 11) e seus ataques são “flechas com fogo” (apontando nossas fraquezas, para que desanimemos). Mas a nossa defesa também é enfatizada. Precisamos exercitar nossa fé em tudo que envolve a vida cristã.

Nenhum homem esteve presente na criação do Universo, mas nós cremos que Deus o criou (Jó 38:4). Nenhum dos discípulos que viram Cristo antes e depois da Cruz está vivo para comprovar a ressurreição, mas nós cremos que Ele ressuscitou (I Co 15:1-8, 20). Ninguém sabe quando Cristo virá para nos buscar (Mc 13:32), mas nós cremos que Ele virá (Jo 14:3).

Satanás não vai parar de nos atacar com seus dardos inflamados, mas nenhum deles pode ser mais forte do que esta simples verdade: “Eu creio, Senhor”!

 


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