O Sábado

Artigo escrito pelo meu pai, Ronald Watterson (21/11/1935 a 30/05/2016).

O Sábado é mencionado frequentemente na Bíblia, especialmente no Velho Testamento. Estas constantes menções indicam que o assunto é muito importante, e merece um estudo cuidadoso.

Em nossos dias é um assunto polêmico, mas nem por isso devemos deixar de examiná-lo. Devemos, sim, deixar de lado o que os homens falam e considerar o que as Escrituras Sagradas dizem a respeito.

Vamos observar primeiramente o que a Bíblia revela sobre

A história do Sábado.

Embora não encontremos a palavra “Sábado” na Bíblia até chegarmos em Êxodo cap. 16, cerca de 2500 anos depois de Adão, a doutrina do Sábado começa com a criação do homem (Gn 2:3). Deus trabalhou seis dias, e no sétimo dia descansou de toda a Sua obra. “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou” (Gn 2:3).

Apesar do silêncio da Palavra de Deus quanto ao Sábado, nos primeiros 2.500 anos da história humana, é provável que os fiéis o observassem durante aquele tempo. Quando Israel estava no deserto, Deus lhes deu o maná durante seis dias e avisou que no sétimo dia não haveria maná, pois aquele dia era “o santo Sábado do Senhor” (Êx 16:23). Esta declaração, sem nenhuma explicação, nos leva a crer que o Sábado não lhes era desconhecido.

Notemos a seguir

O Sábado dado a Israel.

Nos dias de Moisés o Sábado foi dado à nação de Israel (Êx 16:29), e a partir daquele tempo a sua história fica mais clara. Ele foi incluído nas leis da aliança que Deus fez com Israel, sendo escrito pelo dedo de Deus nas tábuas de pedra, e também por Moisés no livro da Lei (Êx 24:4; Dt 31:24).

Entre as outras leis, o Sábado assumiu um lugar destacado para Israel, pois Deus o deu por sinal da aliança. Assim como Deus estabeleceu a circuncisão como sinal da aliança com Abrão (Gn 17:11), o Sábado foi estabelecido como sinal da aliança entre o Senhor e Israel (Êx 31:13, 17 e Ez 20:12).

O Sábado não foi dado às outras nações, mas exclusivamente a Israel, como sinal da sua posição privilegiada, em concerto com o Senhor. Este fato é confirmado quando Moisés exortou o povo e disse: “E que gente há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta Lei que hoje dou perante vós?” (Dt 4:8). A Lei, incluindo o Sábado, foi dada com exclusividade a Israel.

Notemos ainda

O Sábado ampliado.

Ao dar o Sábado a Israel, Deus o ampliou. A partir daquele tempo, o Sábado não seria apenas o sétimo dia de cada semana — outros dias, além do sétimo, seriam “sábados ao Senhor”. O dia da expiação, por exemplo, que é o décimo dia do sétimo mês, seria “Sábado de descanso” (Lv 16:29-31), mas este dia poderia cair no começo, no meio, ou no fim da semana, dependendo do ano.

A terra também teria o seu Sábado. O povo poderia cultivar a terra durante seis anos, mas o sétimo ano seria “Sábado de descanso para a terra, um Sábado ao Senhor” (Lv 25:4). Naquele ano não poderiam semear o campo, nem podar a vinha.

Mas convém notarmos agora

O Sábado profanado.

Israel, porém, foi infiel; não guardou os sábados ao Senhor. Profanou o Sábado, ainda no deserto, antes mesmo de entrar na terra prometida.

Referindo-se àqueles anos no deserto Deus disse: “lhes dei os Meus sábados mas Israel se rebelou contra Mim no deserto e profanaram grandemente os Meus sábados” (Ez 20:12-13). Após a entrada na terra, a avareza levou o povo a considerar o Sábado como um peso desagradável e difícil de suportar. Diziam: “Quando passará … o Sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo” (Am 8:5). Tal hipocrisia era insuportável a Deus, e a repreensão veio nas palavras do profeta: “o incenso é para Mim abominação … e os sábados; … não posso suportar iniquidade, nem mesmo o ajuntamento solene” (Is 1:13).

O Sábado interrompido

Por causa daquela iniquidade e hipocrisia, Deus tirou de Israel os Seus sábados. Ele disse pelo profeta: “Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados…” (Os 2:11). Ele ainda afirmou através de Jeremias: “O Senhor em Sião pôs em esquecimento a solenidade e o Sábado, e na indignação da Sua ira rejeitou com desprezo o rei e o sacerdote” (Lm 2:6).

O Sábado restabelecido

Apesar da profanação do Sábado por parte de Israel, Deus não abandonou o Seu propósito. Ele ainda há de restaurar o Seu povo, e esta nação ainda guardará os sábados ao Senhor. As promessas feitas a Abrão serão cumpridas, e o Sábado será observado. Descrevendo estes dias gloriosos que ainda virão, Ezequiel fala dos holocaustos e das ofertas que serão trazidas nas luas novas e nos sábados (Ez 45:17). O mesmo profeta fala da porta do átrio interior do Templo que será reconstruído, e diz que “estará fechada durante os seis dias, que são de trabalho; mas no dia de Sábado ela se abrirá” (Ez 46:1). Veja também Ezequiel 46:3, 4, 12.

Agora voltemos a nossa atenção para

Um detalhe importante.

Considerando a história do Sábado, é importante observar que não há mandamento algum para a igreja guardar o Sábado. E isto não é uma omissão. Deus não omitiu da Sua Palavra coisa alguma que fosse necessária ao Seu povo (veja II Tm 3:17). Longe de apresentar qualquer mandamento para guardar o sétimo dia, o Novo Testamento mostra que o cristão que estima um dia acima do outro, é um cristão fraco (Rm 14:1-6). Reforçando isto, Paulo, escrevendo aos Colossenses, disse: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados” (Cl 2:16).

Vemos ainda que na carta aos Gálatas, escrita à igrejas que estavam começando a guardar dias, Paulo disse: “Agora, conhecendo a Deus … como tornais outra vez a estes rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias … Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco” (Gl 4:9-11). Esta preocupação do apóstolo, com relação aos gálatas, deixa muito claro que o cristão que guarda o Sábado, ou qualquer outro dia, está cometendo um erro gravíssimo, e está jogando por terra a obra que Deus está fazendo. A igreja não tem dia de guarda.

O propósito e significado do Sábado

Um dia, quando o Senhor passava pelas searas com Seus discípulos, estes começaram a colher espigas, e foram severamente criticados pelos fariseus (veja Mc 2:23-28). Respondendo às críticas, o Senhor afirmou ser o Senhor do Sábado, e revelou, pelo menos em parte, o propósito do mesmo.

Para o homem

Ele disse: “O Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado” (v. 27). O Sábado nunca foi uma restrição, ou uma imposição pesada que Deus impôs ao homem, mas sim uma bênção. Deveria ser uma ocasião alegre e benéfica para o homem.

No Velho Testamento vemos a maneira como este dia deveria ser uma bênção para o homem. Traria benefícios físicos, pois seria um dia de descanso depois de seis dias de trabalho (Êx 20:10). Quando esta Lei foi dada a Israel, Deus relacionou este descanso semanal com a Sua própria obra na criação: “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar, e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado, e o santificou” (Êx 20:11).

Quando, porém, esta Lei foi repetida na campina ao oriente do Jordão, Deus mencionou outro propósito do Sábado. “Guarda o dia de Sábado … seis dias trabalharás … mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra nele … Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido” (Dt 5:12 -15).

O Sábado, portanto, seria um dia de descanso físico e também seria um dia de recordação das bênçãos recebidas do Senhor. Seria uma bênção para o corpo e também para a alma.

Para Deus

Foi de fato uma dádiva preciosa que Deus deu ao povo de Israel (Êx 16:29), mas convém observar que não é somente o “Sábado do Senhor” (Êx 16:23), é também um “Sábado ao Senhor” (Êx 31:15). Ao mesmo tempo que proporcionava descanso e refrigério ao homem, deveria proporcionar também algo a Deus. Ao deixar de lado a preocupação com as coisas materiais, o homem deveria ocupar-se com as coisas espirituais, e assim Deus receberia adoração e louvor.

Além do propósito imediato de proporcionar ao homem descanso e trazer a Deus honra e louvor, havia algo mais na celebração do sétimo dia. Era uma sombra “das coisas futuras” (Cl 2:17). Vejamos vários aspectos disto.

O descanso em Canaã

Logo que o pecado entrou no jardim no Éden, o descanso de Deus foi interrompido, e Ele se pôs a trabalhar (Jo 5:17). O Sábado não seria mais uma expressão do descanso do Criador, mas sim, uma sombra dum descanso futuro, baseado na obra perfeita consumada pelo Senhor Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, prefigurava o descanso que Deus queria dar ao povo de Israel, em Canaã. Moisés disse àquele povo: “Até agora não entrastes no descanso … mas passareis este Jordão, e habitareis na terra que vos fará herdar o Senhor vosso Deus; e vos dará repouso dos vossos inimigos” (Dt 12:9-10).

Num sentido limitado, este descanso foi alcançado nos dias de Josué, pois “o Senhor lhes deu repouso em redor, conforme a tudo quanto jurara a seus pais” (Js 21:44). Veja também Josué 22:4 e 23:1. Este descanso, porém, durou pouco, pois no Novo Testamento lemos: “se Josué tivesse lhes dado descanso, Deus não falaria de outro dia” (Hb 4:8).

O descanso em Canaã não permaneceu, e Deus falou ainda dum descanso futuro (Sl 95:8-11).

Descanso para o mundo no Milênio

Um dia Satanás será preso no abismo (Ap 20:1-3); todo inimigo será derrotado (I Co 15:25); a criação deixará de gemer (Rm 8:22-23); e a terra há de gozar o seu Sábado. O profeta anunciou isto ao dizer: “Já descansa, já está sossegada toda a terra! Exclamam com júbilo” (Is 14:7). O mesmo profeta ainda disse: “as nações perguntarão pela raiz de Jessé, posta por pendão dos povos, e o lugar do Seu repouso será glorioso” (Is 11:10).

O descanso eterno

Este maravilhoso descanso milenar porém não perdurará. Satanás será solto da sua prisão e sairá para enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, liderando assim uma última rebelião contra Deus.

Mas ele será derrotado, e lançado no lago de fogo. Os mortos serão julgados e haverá um novo céu e uma nova terra onde habita a justiça (II Pe 3:13 e Ap 21:1). Deus será tudo em todos e será glorificado naquele descanso eterno.

O descanso presente em Cristo

O Sábado é a sombra; a substância é Cristo (Cl 2:16-17). Ele chama os cansados e oprimidos, e promete dar-lhes descanso (Mt 11:28). Por isto, não nos ocupamos mais com a sombra; temos a substância. Não guardamos o Sábado; descansamos em Cristo. Esta verdade é apresentada com mais detalhes na carta aos Hebreus.

Hebreus caps. 3 e 4

A carta aos Hebreus mostra a superioridade de Cristo. Ele é Deus (cap. 1) e, portanto, superior aos anjos. Ele se fez homem (cap. 2), mas continua superior a todos os homens. Os capítulos que estamos considerando mostram como Ele é superior a Moisés e a Josué. Estes não conseguiram dar ao povo aquele repouso verdadeiro; o Senhor Jesus, porém, já nos deu descanso mediante a fé nEle (4:3).

O repouso

A questão do repouso em Hebreus 3:7-11 é introduzida com uma citação do Velho Testamento, Salmo 95:8-11. O escritor quer mostrar que o Senhor Jesus é maior do que todos os homens. Aqueles que saíram do Egito deveriam ter entrado no descanso em Canaã, mas por causa da sua desobediência e incredulidade, seus corações foram endurecidos e Deus jurou, na Sua ira, que não entrariam no Seu descanso. Em seguida, vem a exortação para que os leitores não caíssem no mesmo erro (3:12-13). Eles poderiam ouvir as boas novas, mas se os seus corações se endurecessem por causa do engano do pecado, não entrariam no repouso desejado (3:13).

Muitos interpretam mal esta passagem, e dizem que o cristão poderá perder a sua salvação, mas não é isto que o texto sagrado diz. Deus diz: “A qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (3:6). Ele não diz que seremos a Sua casa se conservarmos firmes a confiança. Neste caso a palavra “se” seria condicional. Ele não diz que somos Sua casa enquanto conservarmos firme a confiança. Neste caso a palavra “enquanto” expressaria uma condição. Mas Ele diz que somos (o tempo do verbo quer dizer que já fomos feitos) casa de Deus se conservarmos firme a confiança. A força da palavra “se” é argumentativa; não sugere dúvida nem estabelece condições; apresenta o fato. A palavra “se” introduz a evidência de que somos já a Sua casa. Os hebreus, a quem a carta foi dirigida, professavam ser a casa de Deus, mas alguns poderiam não ser verdadeiros. A realidade da sua profissão seria manifesta pela sua permanência.

Veja isto com mais clareza no v. 14. “Nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim”. O verbo “tornamos” refere-se a algo já acontecido — é o tempo perfeito no texto original. Ele não está dizendo que vamos participar de Cristo “se retivermos firmemente”, mas sim que já participamos de Cristo há muito tempo. A palavra “se” não é condicional, pois se fosse o versículo não faria sentido. O ensino claro destes dois versículos é que aquele que permanece é aquele que creu, e aquele que não permanece mostra que nunca creu.

No cap. 4, o Espírito torna a destacar o perigo de não entrar no repouso de Deus: “Temamos, pois que, porventura, deixada a promessa de entrar no Seu repouso, pareça que algum de vós fica para trás” (v. 1). Observe porém, que este versículo não fala da possibilidade de ser expulso dum repouso já alcançado, mas sim, da possibilidade de não chegar a entrar no repouso esperado. É isto que vemos no Salmo 95. A geração que saiu do Egito não entrou em Canaã. É isto que Hebreus cap. 4 ensina. Alguns que desejam entrar no repouso de Deus poderão não entrar. Aqueles que saíram do Egito ouviram as boas novas, e desejavam entrar, mas caíram no deserto. Nada disto lhes aproveitou, porquanto “não estava misturada com a fé” (v. 2). É possível ouvir as boas novas, abandonar o mundo, e contudo não entrar no descanso, por não crer.

Mas o contraste no versículo seguinte é notável. Nós, porém, que temos crido, entramos no repouso. Aqui, vemos novamente que a fé é o meio pelo qual entramos no repouso. Eles (v. 2) não entraram porque não creram; nós (v. 3) entramos (presente) porque temos crido (passado). Quem não crê, não entra; quem crê, já entrou.

Tudo isto é relacionado com o descanso de Deus no sétimo dia (v. 4), mostrando que aquele repouso de Deus na obra completada da criação era uma sombra do repouso que o cristão tem, agora, em Cristo. No v. 5 vemos mais uma vez que o incrédulo jamais entrará neste descanso.

A partir do v. 6, o Espírito torna a falar do descanso concedido em Canaã, mostrando que não correspondeu plenamente à sombra, pois, de outra sorte, Davi não teria falado de outro dia, no Salmo 95. Isto nos leva, logicamente, à conclusão de que “resta ainda um repouso (literalmente, um Sábado de repouso) para o povo de Deus” (v. 9).

O Sábado do Velho Concerto, portanto, foi uma sombra do descanso que gozamos hoje em Cristo, e o assunto termina com uma afirmação e uma exortação.

  • Afirmação: “Aquele que entrou no Seu repouso, ele próprio repousou das suas obras, como Deus das Suas” (v. 10). Quando descobrimos que as nossas tentativas de alcançar a vida eterna eram inúteis, e deixamos de confiar nas nossas justiças, orações, obras etc., e confiamos no Senhor Jesus Cristo e no valor da obra consumada na cruz, descansamos das nossas obras, e entramos no descanso de Deus.
  • Exortação: Dirigindo-se àqueles que ainda não entraram no repouso de Deus, ele diz: “Procuremos entrar … para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência” (v. 11).

Conclusão

O Sábado foi uma dádiva preciosa de Deus ao povo de Israel, mas eles não a apreciaram. Era uma parte integrante da Lei do velho concerto, e traz lições preciosas para nós, cristãos, no dia de hoje, pois é uma sombra do nosso descanso espiritual, que temos em Cristo.

Mas aquela “cédula que era contra nós” foi riscada (literalmente “apagada”, como quando se apaga o que foi escrito numa lousa) e tirada do meio de nós pela cruz de Cristo (Cl 2:14). Continuando este ensino, o Espírito Santo pergunta: “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças…?” (Cl 2:20).

Nesta Escritura, Deus mostra claramente que o cristão não deve guardar a Lei do velho concerto (isto inclui o Sábado), pois tal Lei foi apagada e tirada do meio de nós. Porém, na carta aos Gálatas, Deus apresenta, por meio de uma alegoria, a nossa responsabilidade nesta parte.

Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. Na alegoria, Agar, a escrava, representa o velho concerto, firmado no monte Sinai, e Sara representa o novo. Na conclusão da alegoria, Deus diz: “Lançai fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre” (veja Gl 4:21-31). Temos a responsabilidade de lançar fora o velho concerto, bem como as consequências que ele produz, pois os dois concertos, de nenhum modo, poderão conviver juntos.

Em Colossenses, portanto, vemos o lado divino desta mudança — Ele apagou a “cédula”, tirando-a do meio de nós (Cl 2:14), mas em Gálatas, vemos o lado humano — a nossa responsabilidade de lançar fora o velho concerto, e isto inclui o Sábado (Gl 4:30).

Ronald E. Watterson

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